Desabafos

Não sei como , ainda estou viva
Neste mundo tão injusto , e cheio de mentirosos .
Um mundo como este, não tem o por que continuar à existir.!
O motivo de conquistar coisas novas ,é o amor que eu sinto por você.
Você faz com que minha vida mantenha um simples sentido de realmente viver.Sentir algo extraordinário,você faz com que eu não viva apenas por passeio ,mas sim para manter a minha presença, pela eternidade.
O que faço neste devido momento é algo extremamente sem sentido algum ,nem eu mesma ,sei o porque estou lhes descrevendo os meus sentimentos mais profundos,mais o desabafo em forma de escrita, faz co que eu mantenha a minha mente livre de planos maléficos.
Faça minha vida feliz,que deixo você viver eternamente bem.

Deficiencias - Renata Vilela

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em quevive,
sem ter consciencia de que é dono do seu destino.

Louco é aquele que não busca a felicidade.

Cego é aquele que não ve seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é auqle que não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é aquele que não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E Miserável somos todos que não conseguimos falar de Deus.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Capitulo 5

Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.


Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.

Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.

Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.

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