Desabafos

Não sei como , ainda estou viva
Neste mundo tão injusto , e cheio de mentirosos .
Um mundo como este, não tem o por que continuar à existir.!
O motivo de conquistar coisas novas ,é o amor que eu sinto por você.
Você faz com que minha vida mantenha um simples sentido de realmente viver.Sentir algo extraordinário,você faz com que eu não viva apenas por passeio ,mas sim para manter a minha presença, pela eternidade.
O que faço neste devido momento é algo extremamente sem sentido algum ,nem eu mesma ,sei o porque estou lhes descrevendo os meus sentimentos mais profundos,mais o desabafo em forma de escrita, faz co que eu mantenha a minha mente livre de planos maléficos.
Faça minha vida feliz,que deixo você viver eternamente bem.

Deficiencias - Renata Vilela

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em quevive,
sem ter consciencia de que é dono do seu destino.

Louco é aquele que não busca a felicidade.

Cego é aquele que não ve seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é auqle que não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é aquele que não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E Miserável somos todos que não conseguimos falar de Deus.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Capitulo 4

Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.

Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.

Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).

- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.

- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.

A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.

Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.

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