Desabafos

Não sei como , ainda estou viva
Neste mundo tão injusto , e cheio de mentirosos .
Um mundo como este, não tem o por que continuar à existir.!
O motivo de conquistar coisas novas ,é o amor que eu sinto por você.
Você faz com que minha vida mantenha um simples sentido de realmente viver.Sentir algo extraordinário,você faz com que eu não viva apenas por passeio ,mas sim para manter a minha presença, pela eternidade.
O que faço neste devido momento é algo extremamente sem sentido algum ,nem eu mesma ,sei o porque estou lhes descrevendo os meus sentimentos mais profundos,mais o desabafo em forma de escrita, faz co que eu mantenha a minha mente livre de planos maléficos.
Faça minha vida feliz,que deixo você viver eternamente bem.

Deficiencias - Renata Vilela

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em quevive,
sem ter consciencia de que é dono do seu destino.

Louco é aquele que não busca a felicidade.

Cego é aquele que não ve seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é auqle que não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é aquele que não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E Miserável somos todos que não conseguimos falar de Deus.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Sintomas típicos de Depressão


Sintomas de Depressão

São sintomas de depressão:
  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia
  • Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis
  • Desinteresse, falta de motivação e apatia
  • Falta de vontade e indecisão
  • Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio
  • Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
  • A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo
  • Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento
  • Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido
  • Perda ou aumento do apetite e do peso
  • Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo)
  • Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Nosso Destino

Geison: Teu beijo me deixa louco como se eu pudesse reviver historias que nem vivi

Luana: Seu olhar me deixa completamente sem chão e ao mesmo tempo me da uma base tão forte que me faz sentir segura!

Geison: Já estive ao ponto de enlouquecer em seus braços só não aconteceu porque tua voz me chamou novamente.

Luana: Lembro-me do nosso primeiro beijo, foi uma mistura radical de pura adrenalina e de um sentimento que nem eu mesma sabia que existia dentro de mim.

Geison: Enquanto houver corredores neste mundo nosso amor esta salvo.

Luana: Quando te vejo mesmo depois de algum tempo juntos as reações continuam as mesmas, pernas tremem olhos brilham e o coração bate muito forte por você isso indica que nosso amor por muito tempo durará!

Geison: Já te chamei de amiga de poia de feia mais nossos nomes mudaram hoje é pequena, amor, linda, e no futuro será Luana, sim Luana, nossa que serio. Sim serio é assim que chamarei aminha mulher mãe de meus filhos Luana a menina que me conquistou por completo.

Geison e Luana: Este poema é o resultado de 5 meses de namoro em pequena imagine quando completarmos 1 ano , 10 , 20, imagine o que teremos para dizer em nossas bodas de ouro juntos sempre

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Quem sou eu?

Resumindo... Sou essa mulher, apaixonada.
Carente quase sempre.
Uma pessoa com defeitos e qualidades.
Possui uma raiva enorme dentro de si e que não consegue disfarçar.
Mais essa raiva some quando estou ao teu lado.
Alias, qualquer sentimento negativo se transforma em pó.
Penso somente sobre coisas boas, até mesmo em casar.

Eu te amo muito, e não me vejo longe de você

Pela primeira vez, encontrei alguém que sabe o momento em que preciso de um pouco mais de atenção, aquele momento que eu preciso de um amigo, de um companheiro, de um alguém que me compreenda e que além de todas essas qualidades, sabe quando deve me dar puxões de orelha.

E pra finalizar, encontrei tudo isso em você meu amor.

Te quero pra sempre ao meu lado.

Geison Antunes J.        Amo você

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Tristeza inexplicável

Esse sentimento idiota, sem sentido algum toma o meu lado extremamente sensível. Essa tristeza incompreensível, me envolve de tal forma, que faça com que, meus olhos lacrimejem. E isso me transforma em uma mulher frágil.
E não sou assim, normalmente sou uma pessoa forte, que suporta qualquer pancada, que ultrapassa qualquer tipo de obstáculo seja ele grande ou pequeno, fácil ou difícil.
Mais quando descobri que sou fraca, um alguém sem significado algum.
Só sinto dor,só sinto desespero e não sei exatamente porque, não sei porque choro, não sei porque me entristeço, não sei porque estou viva e nem sei porque irei morrer.
Isso me desespera, edeixa-me com medo de viver.
Mais espero que isso passe logo, pois esse sentimento está me enlouquecendo.
Autoro: Luana Pereira

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Capitulo 7

Após isso, entregue a segunda carta para Ana quando ela acordar. E quando a noticia da minha morte chegar, entregue a terceira para os meus pais."


Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo.

Capitulo 6

- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.


- Que foi, Any? – Bruno sorriu.

- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!

- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.

- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.

Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.

- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.

- Desculpe. Você é Bruno, certo?

- Certo.

- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.

A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.

Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.

- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.

Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras

Capitulo 5

Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.


Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.

Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.

Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.